
Depois que eu passei a morar no hemisfério norte, aonde as estações do ano são mais acentuadas, eu comecei a perceber melhor a influência do ritmo da natureza em nosso corpo, e como se reflete na produtividade. O nosso planeta chamado de Gaia pelas civilizações antigas é uma consciência viva. Como todo ser celeste, Gaia também passa por transformações, e está sujeita aos mesmos ciclos de evolução dos demais astros no Universo. E desta forma, toda criação no Universo segue a lei da evolução, que não é uma trajetória linear como imaginamos o tempo na 3D, dividido entre passado, presente e futuro. Para o Universo, tanto o tempo como a jornada evolutiva é em formato de espiral, cada volta da espiral forma um ciclo de aprendizado, que após ser finalizado, gera um impulso de crescimento que chamamos de salto quântico.
Assim sendo, toda criação no Universo é formada por ciclos que se manifestam nas diversas formas de vida, como por exemplo as quatro estações do ano, o ciclo de reciclagem d’água, das sementes, etc. Quando aprendemos a viver alinhados a este ciclo, entramos no fluxo da vida, e os acontecimentos ocorrem sem precisar de esforço, porque estamos no mesmo ritmo de Gaia, ela como a mãe que gera e provem toda a vida neste planeta, guia toda a sua criação para que a experiência seja leve e divina.
Porém com o passar do tempo, algumas civilizações foram modificando está sabedoria ancestral, criando calendários e padrões de horários de acordo com a conveniência politica ou social da época, criando distorções entre o ritmo do corpo humano com a natureza. Para contextualizar estas mudanças, a mais significativa delas diz respeito ao calendário gregoriano que estabeleceu como inicio do ano o mês de Janeiro. Nesta data, o hemisfério norte está no auge do inverno, a natureza e nós como parte dela estamos vivendo a fase da morte, quando na solidão do frio, voltamos a energia para dentro de nós, revisitando antigas pendências e sombras para que possam ser transmutadas, a fim de encerrar o ciclo, e celebrar a Páscoa no Equinócio de Primavera, que representa o renascimento.
Você deve estar perguntando porque Gaia considera o hemisfério norte como referência para guiar os ciclos, e não o sul… porque o chakra coronário de Gaia está localizada no polo norte, próximo a Groenlândia, que é atualmente alvo de disputa pelos governos. Nesta região, há importantes nódulos de encontros de linhas energéticas (linhas leys), que fazem a comunicação de Gaia com os demais astros da Galáxia. É através deste nódulo que ela recebe importantes atualizações (códigos de frequência) enviadas pelo nosso Sol, que por sua vez recebe do Sol Central da Galáxia que chamamos de Alcione.
Para as pessoas que vivem no hemisfério sul, embora as estações do ano sejam diferentes, as frequências e vibrações energéticas são influenciadas pelo norte. E isto pode ser observado, quando costumamos falar que o ano só começa depois do Carnaval, porque de fato, o sentimento de renascimento é motivado pelo aquecimento do solo no hemisfério norte, quando as geleiras do Monte Shasta e Yellowstone começam a derreter, e atualizam esta informação para uma rede de vórtices subterrâneos por toda a cordilheira Rochosa até chegar na cordilheira dos Andes. Esta rede de vórtices sagrados era de conhecimento das civilizações antigas como Maias, Incas e Astecas, e as pirâmides construídas serviam como usinas para capturar esta energia e redistribuir aos demais pontos energéticos em outros continentes. Ou seja, as pirâmides foram criadas para coletar e transmitir energia, e entende-se por energia não somente a que gera eletricidade, mas a energia vital, o prana que sustenta a vida. Toda está inteligência foi criada na época de Lemuria e Atlântida, combinando monumentos de pirâmides na superfície, com vastas fontes de minérios no subsolo. As recentes disputas de território: Groenlândia, Venezuela, Irã, e o próximo será o Brasil, compreende a disputa desta antiga rede construída pelas civilizações antigas em parceria com os extraterrestres.
Mas voltando para o tema da coluna de hoje, eu convido você a se desapegar do relógio, e ouvir o seu próprio relógio biológico… sempre que puder, busque obedecer os sinais do seu corpo: quando parar, quando repousar, quando dormir… ao ajustar a sua rotina com o ritmo de Gaia, você se sentirá mais nutrido, e consequentemente mais feliz e produtivo. Para isto você precisará se desapegar dos conceitos da modernidade sobre procrastinação, gestão de tempo… busque simplificar a sua vida, hábitos e rotinas. Ao regulador seu corpo, você regulará a sua vida profissional, financeira e afetiva.. porque tudo está conectado, e este equilíbrio não vem de nenhuma lista de “to do” mágica, workshop, ou curso… ele vem de como nossos antepassados costumavam viver: simplicidade, água fresca, ar puro, respiração e presença.





