Your request was blocked.
> COLUNAS

Espiritualidade, o sopro divino que dá vida ao corpo



espiritualidade

Estamos inaugurando uma era que podemos falar sobre espiritualidade sem vincular a conceitos religiosos, dogmas, cultura ou crenças. Se estudarmos o conceito de espiritualidade, que tem como origem o latim, a palavra spiritus deriva do verbo spirāre, que compreende a ação de soprar como parte da respiração do corpo, representa o simbolismo do sopro divino (alma) que dá vida ao corpo (matéria), essa conotação vincula a vida física a força interior, a ideia que existe algo superior que gera a vida.

O CONTEÚDO E MAIS ESTÁ NO WHATSAPP!

Junte-se a nós para ficar atualizado de todas as novidades!

O CONTEÚDO E MAIS ESTÁ NO WHATSAPP! Junte-se a nós para ficar atualizado de todas as novidades!

Para mim, a espiritualidade é a ciência que estuda o espírito, a parte eterna do ser, que não se dissipa com a morte, uma consciência superior que se conecta ao todo, uma inteligência que podemos chamar de Deus, Eu Sou, Mônada, Prana, Big Bang ou Física Quântica, a nomenclatura pouco importa… mas a essência da ideia é que temos uma parte nossa que se conecta com a criação, uma consciência sem forma, sem matéria, mas que vibra e ressoa.

A miscigenação do Brasil, permitiu criar uma nação com diferentes dogmas e religiões, esta diversidade cultural, racial e religiosa possibilitou a expansão da consciência, e reconexão da matéria (corpo) com o espírito.

Essa abertura espiritual permite que como coletivo a nação brasileira acesse um plano superior de consciência, manifestado por meio de ideias, artes, cura e inovação. A diversidade também ajuda na expansão do chakra cardíaco, um exercício diário de amar aquilo que é diferente de ti, aceitar a diversidade como algo positivo, e não uma ameaça de algo novo, que no primeiro momento pode causar medo e desconforto.

Ao entrarmos na era de Aquário o humano sentirá cada vez mais a necessidade de se conectar com a sua essência divina, o estado de dormência da alma, presa numa vida material, excesso de estímulos, eletrônicos, a fuga do Eu para o mundo exterior, começará a ser gradualmente substituído pelo retorno a simplicidade, ao silêncio, a ambientes mais conectados com a natureza, com relações mais pautadas no amor e verdade do que necessidades materiais.

As novas gerações trazem em seu DNA essa nova ressonância espiritual, com rapidez conseguem conectar a mente, corpo e espírito, e podem adoecer se ficarem em ambientes excessivamente materialistas, desconectadas da sua essência natural.

PUBLICIDADE | ANUNCIE

Quando eu era criança, lembro-me de um episódio na escola, durante a aula de Iniciação Religiosa, a professora, pediu para fazermos um desenho que representasse Deus para nós… eu deveria ter uns 11 anos… estava frequentando a escolinha de catequese, e me recordo de fazer dois desenhos, um que representava um jardim florido com um lindo filhote de veado ao centro.  Enquanto, outro desenho eu havia copiado do meu livro de catequese, que se referia a comunhão, representado pelas mãos de Jesus partindo a hóstia, tendo ao fundo a pomba branca como símbolo do Espírito Santo. Na dúvida, de qual desenho escolher, fui perguntar a professora qual dos desenhos mais se assemelhava a Deus, e então ela me disse: “Eu gosto mais deste desenho que tem a natureza, porque eu consigo ver Deus em cada flor, planta e animal”.

Hoje com o meu nível de consciência atual, percebo que a minha primeira opção, o que era genuíno em mim, era enxergar Deus na natureza, mas esta essência foi reprogramada por uma sinapse de crença religiosa que Deus estava na religião, através da comunhão.

Talvez, precisamos voltar para o que é simples, e buscar a espiritualidade não em templos de pedras cercados por homens, regras e sermões… mas no brilho do sol, no canto dos pássaros, nas sombras das árvores que nos acolhem com ternura do sol quente… são sensações físicas, emocionais e energéticas, que harmonizam nossos meridianos com os pontos magnéticos e telúricos da terra, nos lembrando que somos humanos, feito do mesmo barro que a natureza, e portanto somos todos irmãos e fazemos parte desta linda criação que chamamos de vida.

Rita Malta

Rita Malta é terapeuta holística que transformou uma carreira corporativa em um caminho de cura, espiritualidade e conexão com a natureza.Defende a espiritualidade como uma experiência livre de dogmas, vivida na simplicidade, na natureza e na reconexão entre corpo, mente e espírito.




CRIE SUA CONTA GRÁTIS E ENTRE NA CONVERSA!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *


TRAGA A SUA VOZ PARA O CONTEÚDO E MAIS!

Escreva, compartilhe e influencie! Torne-se um colunista e publique suas opiniões, experiências e ideias em nossa plataforma.


Scroll to top