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Baticum Julino: Tô lhe contando que é pra lhe dar água na boca



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Hora de começar a festa

Reunir 40 pessoas nessa megacidade chamada São Paulo é uma tarefa que só a amizade é capaz de realizar com primor e elegância. No último domingo, celebramos a “Festa dos Amigos” em clima julino, num espaço lindo, com uma organização que dava gosto de ver (e participar). Um evento que apostou na força do convívio para fortalecer vínculos, relembrar histórias, aquecer laços. Um encontro de mentes plurais num campo fértil de interação, sob as bençãos do nosso #DeusSom e seus apóstolos (amigos DJs de streaming).

A fartura de quitutes típicos de São João é, sem dúvida, meu cardápio preferido do ano: milho, paçoca, bolo de fubá, quentão… tudo servido ao som de boas risadas, com amigos que são também irmãos de alma.

Fartura de São João

Representação de #DeusSom que foi a sonorização do encontro

#DeusSom — figura criada no meu imaginário, surge como uma nova promessa diante dos tantos conflitos sociais que atravessamos. Diferente dos deuses antigos, Ele não habita templos nem prega com palavras, mas com suas ondas sonoras. Ele se manifesta no ritmo, no compasso, no grave que atravessa a pele. Sua graça se sente no nível celular: ele toma o controle do nosso humor, regula o batimento cardíaco, sincroniza respiração com o sistema nervoso, favorece o movimento do corpo e o relaxamento da alma. É Ele quem convoca seus devotos para encontros coletivos de audição, propõe convívio integrativo e valoriza a amizade como eixo central de seus sermões sonoros.

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“Aquela noite / Tinha do bom e do melhor / Tô lhe contando que é pra lhe dar água na boca” – trecho da letra Baticum, Gilberto Gil e Chico Buarque

Line Up colaborativo convida os participantes que queiram tocar sua história sonora

Line-up colaborativo da festa

Depois da montagem dos equipamentos e do acerto das luzes e caixas, às 15h demos o start na trilha oficial. A abertura foi um set especial do próprio #DeusSom (link para Spotify), um fio narrativo sonoro sobre amizade, resiliência e atitude. Uma cadência feita para homenagear cada presença, conectando nossas emoções em uma frequência comum.

Na sequência, a dupla Ma.Lan (Marcelo e Alan) entrou com seu back to back formado ali na hora (link para Spotify), sem ensaio, mas com sinergia pura. Com uma playlist colaborativa, foram somando as referências que cada um carrega. Cada faixa era um espelho dessa mistura de sensibilidades e astúcias. O resultado: empolgação geral, corpos se mexendo e um por do sol que parecia ter sido chamado para nos abraçar.

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Depois foi a vez de Alessandra, que chegou com o live set do DJ Dani Brasil – Pipoca 2025 (link para Youtube). Uma gravação vibrante, cheia de energia, com tribal house, brasilidades e latinidades que incendiaram a pista. A ferveção foi tanta que ninguém mais queria saber de cadeira.

Em seguida, Junior, nosso anfitrião, trouxe à roda o set do lendário Peter Rauhofer (link para SoundCloud). Um tributo certeiro do DJ Paulo Pacheco ao mestre do tribal e do techno house. Um som que nos transportou para as pistas do passado, onde dividimos tantas noites e sorrisos. O grave encorpado dele tomou conta e dançamos juntos, lembrando de quem fomos e ainda somos.

E quando a gente achava que já tinha ouvido de tudo, Lucas & Nicole surgiram com o set do DJ Mario Beckman Live Set Guapo Circuit (link para SoundCloud). Uma sequência de batidas com BPM mais acelerado, cheia de tribal e brasilidade na medida. Caiu como uma luva no momento da festa. A pista esquentou de novo, o cansaço sumiu e dançamos até o limite do volume (regra do condomínio: som até às 22h).

Foi então que vieram os abraços de despedida. A maioria se foi com os rostos marcados de alegria. A energia no ar ainda pulsava, lembrando dos papos, das conexões, dos risos compartilhados. Tudo isso sob as bençãos generosas do nosso #DeusSom, que mais uma vez cumpriu sua missão: nos fazer dançar juntos, nos reconhecer no outro e celebrar o valor profundo do convívio.

Estar ali, presente, vivendo cada detalhe dessa festa que é nossa, feita por nós, com tanto esmero e afeto para receber mais e mais amigos, foi motivo de pura satisfação. Num mundo onde tudo parece correr, parar para construirmos juntos um encontro tão cheio de cuidado, sabor, som e carinho é um ato de resistência. E quando isso acontece no coração de uma metrópole como São Paulo, ganha status de feito louvável, daqueles que merecem não só memória, mas também repetição. Que venham outros encontros, outras pistas, outras mesas fartas e novos abraços. Que se crie, inclusive, um calendário oficial das nossas festas, porque o que é bom precisa se repetir, se multiplicar e continuar vibrando na frequência do nosso #DeusSom.

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Vida longa ao som bom (em um bom som) e vários amigos curtindo juntos.

Leollo Lanzone

Um belo por do sol brindou o encontro

Representação de #DeusSom foi a sonorização do encontro

Leollo

Leollo Lanzone é o alter ego de Mauro Galasso, que é de verdade, mas não cabia numa persona só. Tem olhar objetivo e sensível, tem o hábito de montar playlists, adora dançar eletrônico, sabe cozinhar, falar de amizade e tem opinião sobre quaaase tudo.




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