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Quando lembramos que nascemos para brilhar



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Ontem à noite, enquanto o mundo acompanhava o brilho do Oscar, a música Golden subiu ao palco como quem traz uma mensagem simples, quase antiga: lembrar que existe luz dentro de nós.

A canção conquistou a estatueta de Melhor Canção Original e marcou um momento inédito para o gênero na principal premiação do cinema mundial.

Trilha do filme Guerreiras do K-pop, “Golden” fala de brilho.
Mas não do brilho das luzes, dos palcos ou das estatuetas douradas.

Ela fala daquele outro tipo de brilho; aquele que nasce quando alguém decide continuar, assumir seu brilho interno e liderar a si mesmo.

Existe um momento silencioso na vida de quase toda pessoa em que a dúvida aparece.
Ela não chega fazendo barulho. Chega como um sussurro.

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“Será que eu consigo?”
“Será que sou boa/bom suficiente?”
“Será que esse caminho é mesmo para mim?”

É curioso como tantas histórias de liderança começam exatamente nesse ponto frágil, onde quase desistimos antes de descobrir nossa verdadeira identidade, a nossa essência e do que somos feitos.

Porque liderar, no fundo, não começa quando alguém nos segue, começa quando decidimos acolher nossas marcas, nossas sombras e lembramos que nascemos para brilhar.

Há quem pense que liderança é sobre força, controle ou confiança absoluta.
Mas quem observa com atenção percebe outra coisa: liderança é conexão, aceitação, de história e de memória.

Memória de quem somos, mesmo quando atravessamos momentos de sombra.

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Talvez seja por isso que a metáfora do ouro seja tão poderosa. O ouro não deixa de ser ouro porque está escondido na terra. Ele pode passar anos enterrado, pressionado, invisível. Ainda assim, continua sendo precioso.

Há pessoas que passam parte da vida acreditando que precisam se transformar em algo extraordinário para merecer ocupar seu lugar no mundo. Como se o valor dependesse de aplausos, reconhecimento ou validação externa.

Mas a verdade costuma ser mais silenciosa, porque o trabalho mais importante da vida não é se tornar algo novo ou diferente.

É lembrar.

Lembrar da própria força.
Lembrar do próprio valor.
Lembrar daquilo que sempre esteve ali, mesmo quando parecia esquecido.

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E é isso que torna certas músicas tão especiais. Elas não apenas entretêm, elas despertam.

“Golden” nos ajuda a lembrar que nascemos para brilhar.
Que existe um brilho dentro de nós que não depende de palco.
Que existe uma coragem que não aparece nas manchetes.

E que a verdadeira liderança começa no instante em que alguém decide caminhar mesmo sem garantias.

Porque, no fim das contas, o ouro não precisa provar que é ouro.
Seu valor existe antes de qualquer reconhecimento.
Ele apenas precisa ser encontrado.

Pergunta para reflexão

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Qual parte de você ainda está esperando ser reconhecida, quando talvez já esteja pronta para simplesmente brilhar?

 

Aline Gasparin

Aline Mendes Gasparin, comunicadora e gestora de projetos criativos, com foco em liderança consciente e desenvolvimento humano.




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