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Networking não é ter contatos é saber transformar relações em oportunidades



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No mundo dos negócios e do trabalho, muita gente ainda trata networking como algo secundário. Um detalhe. Um “se der tempo eu vejo isso”. Mas, na prática, ele costuma ser um dos fatores mais decisivos especialmente em momentos de transição, crescimento ou recomeço.

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A questão é que existe uma diferença enorme entre ter contatos e saber usar esses contatos.

Muita gente tem uma boa rede construída ao longo de anos de trabalho, projetos, eventos, clientes, colegas. Mas essa rede fica parada. Esquecida. Não é ativada, não é nutrida, não é lembrada. E aí, quando surge uma necessidade real, um novo trabalho, um projeto, uma parceria a pessoa simplesmente não pensa em recorrer a ela.

Não por falta de oportunidade. Mas por falta de hábito. E muitas vezes, por insegurança.

Existe um desconforto comum em “ativar” o networking. A sensação de estar incomodando, pedindo demais, ou até se aproveitando. Mas isso parte de uma visão equivocada. Networking não é sobre pedir favor é sobre troca.

Relações profissionais bem construídas funcionam como vias de mão dupla. Em algum momento, você indica alguém. Em outro, é indicado. Às vezes você ajuda, às vezes é ajudado. E está tudo bem. Isso não enfraquece a relação e sim fortalece.

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No mercado atual, muitas oportunidades nem chegam a ser publicadas. Elas circulam em conversas, indicações, lembranças. E quem é lembrado não é necessariamente quem é “o melhor”, mas quem está presente, ativo, conectado.

Por isso, a primeira provocação é simples: quem lembraria de você hoje, se surgisse uma oportunidade na sua área?

Se a resposta não for clara, talvez não seja falta de competência. Pode ser falta de visibilidade dentro da sua própria rede.

Para quem já tem um networking construído, o ponto não é começar do zero, é reativar.

Isso pode ser mais simples do que parece:

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  • Retomar conversas com pessoas com quem você já trabalhou
  • Compartilhar algo relevante (um projeto, uma ideia, uma conquista)
  • Indicar alguém mesmo sem pedir nada em troca
  • Marcar um café, uma conversa rápida, um “como você está?”

Pequenos movimentos mantêm a rede viva. E uma rede viva responde.

Agora, para quem sente que não tem networking ou tem, mas não sabe por onde começar, o caminho é construção intencional.

E aqui vale desmistificar uma ideia importante: networking não nasce em grandes eventos, com discursos impecáveis e cartões distribuídos. Ele nasce, quase sempre, em interações simples.

Uma conversa depois de uma reunião.
Um interesse genuíno pelo trabalho do outro.
Uma troca de experiências.

É assim que começa.

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Para quem é mais tímido ou sente dificuldade, algumas estratégias ajudam:

  • Comece pelo ambiente mais próximo: colegas de trabalho, parceiros, clientes
  • Demonstre interesse real faça perguntas, escute mais do que fala
  • Conecte-se com propósito, não com pressão
  • Use o digital a seu favor uma mensagem bem colocada pode abrir portas

E talvez o mais importante: não espere precisar para começar.

Networking não funciona bem no modo “urgência”. Ele é mais eficiente quando já existe antes da necessidade.

Outro ponto essencial é organização. Parece básico, mas faz diferença:
quantas pessoas você conhece e simplesmente não lembra na hora certa?

Criar o hábito de manter contatos organizados seja em uma agenda, em listas, ou até mentalmente, ajuda a transformar conexões em oportunidades reais.

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Porque não adianta conhecer muita gente e não acessar essa rede quando precisa.

E, no meio de tudo isso, existe um fator que vale mais do que qualquer estratégia: consistência.

Não é sobre fazer muito de uma vez.
É sobre fazer sempre, mesmo que pouco.

Uma mensagem aqui, uma conversa ali, uma lembrança construída ao longo do tempo.

No fim, networking não é uma ferramenta pontual. É uma construção contínua.

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E no cenário atual com mudanças rápidas no mercado, novas formas de trabalho e oportunidades surgindo de formas menos tradicionais saber construir e ativar essa rede deixou de ser diferencial. Virou necessidade.

Porque talento abre portas, sim.
Mas relacionamento mostra onde elas estão.

E, muitas vezes, é alguém da sua rede que decide se elas vão se abrir.

Perceberam que além de importante ter uma boa rede de contatos, é manter o contato simples assim, é transformar isso em um ativo importante para o bom relacionamento profissional e muitas vezes pessoal, porque num momento que você precise a solução pode sair dessa rede de contatos.

Eu sempre falo que cafezinho não é gasto é investimento: nos amigos pessoais e profissionais! Além de ser uma delícia né minha gente!

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Uma excelente semana a todos!

Grande abraço 😊

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Selma Cabral

Selma Cabral

Selma Cabral- Diretora e Consultora de Turismo e Eventos na Empresa Turismo & Ideias e Colunista e Mentora para Negócios no portal Conteúdo e Mais.




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